Semana Santa

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sábado, 19 de abril de 2014

Missa Solene da Ceia do Senhor

Nesta quinta-feira santa (17/04/2014), na Igreja Matriz da Paróquia São Gonçalo, a partir das 17h, deu-se início à Missa Solene da Ceia do Senhor. A Missa que recorda a Instituição da Eucaristia, do Sacerdócio e do Mandamento do Amor; abriu a Solenidade do Tríduo Pascal, momento mais importante da Semana Santa, na qual celebra-se o mistério da Paixão, morte e ressurreição do Senhor Jesus.

Momento do "Lava-pés"
Momento do ofertório
Momento da Consagração 

Após a Santa Missa, houve o momento de transladação do Santíssimo Sacramento, com procissão solene ao redor do templo. Das 19h da quinta-feira até às 0h da sexta-feira, ocorreu a Vigília de adoração a Cristo, presente na Eucaristia. A Vigília contou com intercalação a cada 1 hora de todos os grupos, ministérios, pastoriais e movimentos que constituem a paróquia. 

Momento da transladação
Momento de adoração à Jesus, presente na Eucaristia

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sexta-feira, 18 de abril de 2014

Vias-Sacra das comunidades até a Matriz

Nesta quarta-feira santa (16/04), a partir das 17h, dava-se início às Vias-sacra públicas organizadas por todos os setoriais da paróquia, de sua capela local, a caminho da Matriz.
    
Estações foram meditadas, nas portas de casas de pessoas das comunidades
Durante todo o percurso meditou-se a respeito da Paixão do Senhor em seus últimos momentos antes de sua total entrega na cruz, sob a luz do tema da Campanha da Fraternidade deste ano, que é a respeito do Tráfico Humano.
Encontro dos setorias para conteplação da 15ª estação
Após a caminhada penitencial, os fiéis de todas as comunidades urbanas uniram-se na Matriz para meditarem a última (15ª) estação. Seguiu-se, após o término da Via-Sacra, com Santa Missa com término por volta das 20h. Abaixo alguns registros da Santa Missa.

Santa Missa

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quarta-feira, 16 de abril de 2014

O que é o Tríduo Pascal? Como é celebrado?

O ponto alto da Semana Santa é o Tríduo Pascal (ou Tríduo Sacro) que se inicia com a missa vespertina da Quinta-feira Santa e se conclui com a Vigília Pascal, no Sábado Santo. Os três dias formam uma só celebração, que resume todo o mistério pascal. Por isso, nas celebrações da quinta-feira à noite e da sexta-feira não se dá a bênção final; ela só será dada, solenemente, no final da Vigília Pascal. 

QUINTA-FEIRA SANTA

Neste dia celebra-se a instituição da Eucaristia e do Sacerdócio ministerial. A Eucaristia é o sacramento do Corpo e Sangue de Cristo, que se oferece como alimento espiritual.

De manhã só há uma celebração, a Missa do Crisma que, na nossa diocese, é realizada na noite de quarta-feira, permitindo que mais pessoas possam participar. 

Na quinta-feira à noite acontece a celebração solene da Missa, em que se recorda a instituição da Eucaristia e do Sacerdócio ministerial. Nessa missa realiza-se a cerimônia do lava-pés, em que o celebrante recorda o gesto de Cristo que lavou os pés dos seus apóstolos. Esse gesto procura transmitir a mensagem de que o cristão deve ser humilde e servidor. 

Nessa celebração também se recorda o mandamento novo que Jesus deixou: “Eu vos dou um novo mandamento, que vos ameis uns aos outros assim como Eu vos amei.” Comungar o corpo e sangue de Cristo na Eucaristia implica a vivência do amor fraterno e do serviço. Essa é a lição da celebração.



SEXTA-FEIRA SANTA

A Igreja contempla o mistério do grande amor de Deus pelos homens. Ela se recolhe no silêncio, na oração e na escuta da palavra divina, procurando entender o significado profundo da morte do Senhor. Neste dia não há missa. À tarde acontece a Celebração da Paixão e Morte de Jesus, com a proclamação da Palavra, a oração universal, a adoração da cruz e a distribuição da Sagrada Comunhão.


Na primeira parte, são proclamados um texto do profeta Isaías sobre o Servo Sofredor, figura de Cristo, outro da Carta aos Hebreus que ressalta a fidelidade de Jesus ao projeto do Pai e o relato da paixão e morte de Cristo do evangelista João. São três textos muito ricos e que se completam, ressaltando a missão salvadora de Jesus Cristo.

O segundo momento é a Oração Universal, compreendendo diversas preces pela Igreja e pela humanidade. Aos pés do Redentor imolado, a Igreja faz as suas súplicas confiante. Depois segue-se o momento solene e profundo da apresentação da Cruz, convidando todos a adorarem o Salvador nela pregado: “Eis o lenho da Cruz, do qual pendeu a salvação do mundo. – Vinde adoremos”. 

E o quarto momento é a comunhão. Todos revivem a morte do Senhor e querem receber seu corpo e sangue; é a proclamação da fé no Cristo que morreu, mas ressuscitou. 

Nesse dia a Igreja pede o sacrifício do jejum e da abstinência de carne, como ato de homenagem e gratidão a Cristo, para ajudar-nos a viver mais intensamente esse mistério, e como gesto de solidariedade com tantos irmãos que não têm o necessário para viver. 

Mas a Semana Santa não se encerra com a sexta-feira, mas no dia seguinte quando se celebra a vitória de Jesus. Só há sentido em celebrar a cruz quando se vive a certeza da ressurreição. 

VIGÍLIA PASCAL 


Sábado Santo é dia de “luto”, de silêncio e de oração. A Igreja permanece junto ao sepulcro, meditando no mistério da morte do Senhor e na expectativa de sua ressurreição. Durante o dia não há missa, batizado, casamento, nenhuma celebração. 

À noite, a Igreja celebra a solene Vigília Pascal, a “mãe de todas as vigílias”, revivendo a ressurreição de Cristo, sal vitória sobre o pecado e a morte. A cerimônia é carregada de ricos simbolismos que nos lembram a ação de Deus, a luz e a vida nova que brotam da ressurreição de Cristo.

Fonte: www.catequisar.com.br

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terça-feira, 15 de abril de 2014

Papa propõe reflexão para a Semana Santa

“A Semana Santa é um bom momento para confessar e retomar o caminho certo”, disse o papa Francisco no twitter, ontem, dia 14. Como proposta para viver a Semana Santa que celebra a paixão, morte e ressurreição de Jesus, o papa Francisco convidou os fiéis a um exame de consciência. Na missa do Domingo de Ramos, 13, e procissão na Praça de São Pedro, o papa deixou de fazer a homilia e propôs momento de reflexão sobre a passagem bíblica que retrata a Paixão de Cristo.
O papa sugeriu alguns caminhos para a Semana Santa e disse ser preciso questionar qual postura se deve assumir diante do Senhor. “Quem sou eu, diante de Jesus que sofre? Ouvimos muitos nomes. O grupo de líderes, alguns sacerdotes, alguns fariseus, alguns mestres da lei que tinham decidido matá-lo. Eles estavam esperando a oportunidade para prendê-lo”, disse.
Francisco falou sobre a atitude de Judas, que é retratado na Bíblia como o traidor. "Eu sou como Judas, que finge amar e beija o Mestre para entregá-lo, para traí-lo? Eu sou um traidor? Eu sou como os líderes que, com pressa, fazem o tribunal e procuram falsos testemunhos: Eu sou como eles? E quando eu faço essas coisas, se eu as faço, acredito que com isso salvo o povo?", acrescentou.
Onde está meu coração?
O papa continuou com as suas perguntas em meio a uma Praça silenciosa e reflexiva. “Eu sou como Pilatos que, quando vejo que a situação está difícil, eu lavo as minhas mãos e não sei assumir a minha responsabilidade e deixo condenar - ou condeno eu - as pessoas? Eu sou como aquela multidão que não sabia bem se se encontrava em uma reunião religiosa, ou num processo ou em um circo, e escolhe Barrabás? Para eles é a mesma coisa: era mais divertido humilhar Jesus”, afirmou.
O papa falou, ainda, do comportamento de José e de Maria que acompanharam o paixão de Jesus. “Eu sou como José, o discípulo escondido, que leva o corpo de Jesus com amor, para sepultá-lo? Eu sou como essas duas Marias que permanecem na porta do sepulcro, chorando, rezando? Eu sou como esses líderes que no dia seguinte foram a Pilatos para dizer: 'Mas, olha ele dizia que iria ressuscitar; que não seja mais um engano', e bloqueiam a vida, bloqueando o sepulcro para defender a doutrina, para que a vida não venha para fora? Onde está meu coração?”, questionou.
Ao concluir a reflexão, o papa Francisco pediu aos fiéis para que verificam com qual dos personagens cada um se identifica, propondo que esse questionamento seja vivido durante a Semana Santa.
Fonte: CNBB/Rádio Vaticana

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segunda-feira, 14 de abril de 2014

Domingo de Ramos em Batalha

Às 7h da manhã deste domingo (13/04), na qual a Igreja no mundo inteiro celebra o "Domingo de Ramos" ou também chamado de "Domingo da Paixão do Senhor", em Batalha, defronte a capela da comunidade São Francisco de Assis no bairro Esperança II, deu-se início à Celebração Eucarística, com a bênção dos ramos e seguida de procissão até à Matriz.



A Liturgia Solene, contou com a participação massiva dos fiéis, o templo Matriz ficou minúsculo para acomodar tanta gente, precisou ser tomada toda a nave central para que as pessoas pudessem se acomodar. A comunidade paroquial local, também celebrou o Domingo da Partilha, que acontece ao 2º domingo de cada mês. Ocorreu a Coleta Nacional da Solidariedade, que deverá ser encaminhada à CNBB como gesto concreto para auxiliar nos trabalhos da Igreja contra o Tráfico Humano, que fora o tema da Campanha da Fraternidade refletido ao longo desta quaresma. Além disso, houve uma apresentação teatral organizada pelo Ministério paroquial de Artes, seguido do testemunho da recuperação de uma mulher que passou meses na UTI, vítima de uma doença rara e muito grave, que fora por meio da oração e da Fé, curada da enfermidade.

A Missa das 19h com a Liturgia mais simples que a da manhã, contou com a participação também massiva dos fiéis que não puderam participar pela manhã e levaram seus ramos para participar e reconhecer Jesus como o Senhor, vivenciando assim, o início da Semana Santa. Também houve a devolução do dízimo e a Coleta Nacional da Solidariedade, como pela manhã.
Segue abaixo alguns registros da Missa da noite. (Clique nas imagens para ampliar)

                                                     

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sábado, 12 de abril de 2014

O que é o Domingo de Ramos?

O Domingo de Ramos abre por excelência a Semana Santa. Relembramos e celebramos a entrada triunfal de Jesus Cristo em Jerusalém, poucos dias antes de sofrer a Paixão, Morte e Ressurreição.

Este domingo é chamado assim porque o povo cortou ramos de árvores, ramagens e folhas de palmeiras para cobrir o chão onde Jesus passava montado num jumento. Com folhas de palmeiras nas mãos, o povo o aclamava "Rei dos Judeus", "Hosana ao Filho de Davi", "Salve o Messias"...
E assim, Jesus entra triunfante em Jerusalém despertando nos sacerdotes e mestres da lei muita inveja, desconfiança, medo de perder o poder.
Começa então uma trama para condenar Jesus à morte e morte de cruz.

O povo o aclama cheio de alegria e esperança, pois Jesus como o profeta de Nazaré da Galiléia, o Messias, o Libertador, certamente para eles, iria libertá-los da escravidão política e econômica imposta cruelmente pelos romanos naquela época e, religiosa que massacrava a todos com rigores excessivos e absurdos.
Mas, essa mesma multidão, poucos dias depois, manipulada pelas autoridades religiosas, o acusaria de impostor, de blasfemador, de falso messias. E incitada pelos sacerdotes e mestres da lei, exigiria de Pôncio Pilatos, governador romano da província, que o condenasse à morte.

Por isso, na celebração do Domingo de Ramos, proclamamos dois evangelhos: o primeiro, que narra a entrada festiva de Jesus em Jerusalém fortemente aclamado pelo povo; depois o Evangelho da Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo, onde são relatados os acontecimentos do julgamento de Cristo. Julgamento injusto com testemunhas compradas e com o firme propósito de condená-lo à morte. Antes porém, da sua condenação, Jesus passa por humilhações, cusparadas, bofetadas, é chicoteado impiedosamente por chicotes romanos que produziam no supliciado, profundos cortes com grande perda de sangue.
Só depois de tudo isso que, com palavras é impossível descrever o que Jesus passou por amor a nós, é que Ele foi condenado à morte, pregado numa cruz.

O Domingo de Ramos pode ser chamado também de "Domingo de Ramos e da Paixão do Senhor", nele, a liturgia nos relembra e nos convida a celebrar esses acontecimentos da vida de Jesus que se entregou ao Pai como Vítima Perfeita e sem mancha para nos salvar da escravidão do pecado e da morte. Crer nos acontecimentos da Paixão, Morte e Ressurreição de Nosso Senhor Jesus Cristo, é crer no mistério central da nossa fé, é crer na vida que vence a morte, é vencer o mal, é também ressuscitar com Cristo e, com Ele Vivo e Vitorioso viver eternamente.

É proclamar, como nos diz São Paulo: '"Jesus Cristo é o Senhor", para a glória de Deus Pai' (Fl 2, 11).

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Procissão do Encontro

Seguem abaixo alguns registros da tradicional "Procissão do Encontro", que acontece sempre na sexta-feira que antecede à Semana Santa em Batalha, dando início ao período da mesma, na Paróquia.

Este ano a inovação foi que ao invés de dar-se início ao meio-dia, a procissão deu-se início às 17h. As mulheres saíram com a imagem de N. S. das Dores do bairro Ponto Belo (Setorial São Tiago) e os homens, por sua vez, saíram com a imagem de Bom Jesus dos Passos do bairro Formigueiro (Setorial Santa Luzia), ao mesmo horário.











Por volta das 17h30min do dia 12/04/2014, realizou-se o encontro entre as procissões portando às imagens. Após o "encontro", ocorreu Celebração Penitencial dirigida por Padre Evandro, com término por volta das 19h, na igreja matriz.

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Semana Santa - Programação




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"Cristo nos libertou!" - Por: Dom Alfredo Schafflér


Mensagem do bispo diocesano de Parnaíba, para este tempo.

"Cristo nos libertou!

Nesta quaresma estamos refletindo sobre esta triste mancha da nossa civilização que representa o tráfico humano.
Diante da grandeza de sermos filhos e filhas de Deus é inaceitável que a pessoa seja objeto de exploração ou de compra e venda. 
É um ato de injustiça e de violência que clama aos céus.
É uma negação radical do projeto de Deus para a humanidade.
Deus quer que o ser humano se relacione com Ele e participe da sua vida. Deus confere à pessoa humana uma dignidade porque o coloca como o ponto mais alto da criação.
Jesus perante os seus contemporâneos promoveu as mulheres ofendidas em sua dignidade.
Em uma época marcada pelo machismo e discriminação, a prática de Jesus foi decisiva para ressaltar a dignidade da mulher e seu valor indiscutível.
Julgar a prática do tráfico humano a partir da fé leva a descobrir a dimensão mais profunda deste crime.
Longe de esgotar-se em si mesmo, é uma questão social conectada a mecanismos globais de uma estrutura política e econômica apoiada na injustiça e na desigualdade.
O tráfico humano utiliza como mercadoria o corpo, a sexualidade, a força de trabalho e até órgãos de pessoas, atentando contra sua dignidade.
A Igreja anuncia o Evangelho da autêntica liberdade para que tenham incidência na realidade concreta das pessoas e da sociedade. 
Da exigência de promover a identidade integral do homem nasce a proposição dos grandes valores que edificam uma convivência ordenada e fecunda, como verdade, justiça, amor e liberdade.
A solidariedade não é um vago sentimento de compaixão ou de enternecimento superficial pelos males sofridos por tantas pessoas próximas ou distantes.
O próximo não é só um ser humano com os seus direitos e a sua igualdade fundamental em relação a todos os demais, mas torna-se a imagem viva de Deus.
Você que me escute agora: imagine que um dos seus familiares está sumindo , sem deixar notícia e sem deixar rumo e direção.
Isso lamentavelmente não está acontecendo somente nos grandes centros.
Aqui em Parnaíba nestes primeiros três meses, quantas pessoas já foram embora sem rumo e sem notícia?
Enquanto não toca na nossa porta, ficamos as vezes distante e até indiferente.
A compreensão atual da dignidade e dos direitos humanos é uma referência fundamental para o enfrentamento das situações de injustiça que atentam contra a vida das pessoas, a exemplo do tráfico humano. 
Como cristãos e pessoas de boa vontade, temos a missão de agir para que a sociedade se estruture em termos de conscientização e prevenção, de denúncia, de reinserção social e de incidência política, contra este escândalo.
O tempo da quaresma nos convoca para uma mudança, uma conversão.
Isso passa pelas nossas atitudes de ganância, de competição. 
Quantas vezes existe em nossas buscas por trás uma vontade de conseguir uma vantagem somente para nós. Nem que estamos usando das outras pessoas como objetos?
Se da meditação da via sacra estamos fazendo apenas um teatro para mexer nos nossos sentimentos, aí não compreendemos ainda a palavra de Jesus que nos fala:
Tudo que estão fazendo ao menor dos irmãos, é a mim que estão fazendo.
Firme na fé e fiquem com Deus"

Fonte: www.diocesedeparnaiba.org.br

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